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Comboios podem voltar a circular no troço acidentado no final da semana

Comboios podem voltar a circular no troço acidentado no final da semana
  • 14 de Abril de 2008, 07:03

A queda de pedras para a linha, que aparentemente esteve na origem do descarrilamento, danificou carris, travessas e o muro de suporte da via. A reparação, apesar de não se prever demorada, vai obrigar à deslocação de maquinaria para o local, a cerca de dois quilómetros da Estação de Foz-Tua.Recordo que na dresina acidentada da Refer seguiam três funcionários, que ficaram ligeiramente feridos. O presidente do Metro de Mirandela, José Silvano, exige celeridade ao LNEC e à Refer na apresentação do estudo de segurança para a linha do Tua.Por outro lado, confessa preocupação, pois o acidente de quinta-feira passada poderia ter sido mais grave. “Eu não quero que aconteça ao metro mais nenhum acidente como tem acontecido, aquela pedra se tivesse caído com o Metro e não com a dresina, podia ter consequências mais perigosas”, assume José Silvano.  Entretanto, o Movimento Cívico pela Linha do Tua emitiu um comunicado em que reivindica mais investimento na segurança para evitar acidentes.Sublinha que há soluções técnicas para o controlo de riscos de origem natural, que já são usadas noutras linhas, o que torna incompreensível o atraso na sua adopção para a do Tua.  

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