Venda de terreno ao CESPU
Guedes de Almeida também interpôs uma acção no Tribunal Administrativo de Mirandela para contestar a venda de um terreno à Cooperativa de Ensino Superior, Politécnico e Universitário (CESPU) a um preço simbólico. O objectivo é anular este processo através dos meios judiciais, visto que considera que se tratou de um “processo ilegal”.
Recorde-se que a Câmara Municipal de Bragança aprovou a venda de um terreno com 2.300 metros quadrados nas imediações do ISLA-Bragança a 10 por cento do valor do mercado.
Esta decisão é contestada pelo deputado laranja, que considera “ilegal a cedência de uma propriedade da autarquia sem venda pública”. “A Câmara não pode usar dinheiros públicos como lhe apetece”, acrescenta Guedes de Almeida.
Além disso, o deputado frisa, ainda, que apesar de ser da mesma cor política, não concorda com a forma como a autarquia tratou alguns processos da autarquia. É o caso do parque de estacionamento da Praça Camões, que considera ter lesado o município.