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Máscaras que unem dois povos

Máscaras que unem dois povos
  • 10 de Março de 2009, 10:32

“Nos dois lados da fronteira, há uma grande parecença no que toca a tradições e festas relacionadas com máscaras”, explicou António Tiza, que se debruçou sobre esta temática no Nordeste Transmontano e Douro.
Integrado num projecto candidatado ao Programa Interreg da Câmara Municipal de Bragança e da Diputación de Zamora (Espanha), este estudo pressupõe a origem comum entre as máscaras portuguesas e espanholas, devido “às semelhanças encontradas. Era a mesma cultura, independentemente das fronteiras”, acrescentou o responsável.
Segundo o professor, algumas das tradições ibéricas já se extinguiram. Contudo, recentemente, tem-se assistido ao crescente interesse por tudo que diga respeito a máscaras. “Algumas já se perderam, mas outras voltaram a ser revitalizadas e o próprio projecto contribui para isso. As pessoas deram-se conta da importância destas festividades e das máscaras”, sublinhou António Tiza.
Para o estudioso, a própria actuação das diversas entidades, nomeadamente autarquias, levou à dinamização de antigas tradições. “Fizeram questão que estas tradições fossem incluídas no estudo para que fossem revitalizadas”, salientou o professor.

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