Deputada denuncia falta de condições nas escolas
“É lamentável que tenhamos escolas do primeiro ciclo com más condições, pois não têm espaço coberto para brincar, ou infra-estruturas como as da escola EB2/3 Augusto Moreno, que não são seguras”, sublinhou a responsável.
A dirigente revelou ter ficado surpreendida com o número de alunos que integram o Agrupamento de Escolas Augusto Moreno. “O Ministério da Educação repete que, em Portugal, os agrupamentos têm cerca de 300 alunos, mas este tem 1 055 meninos, mais os docentes e pessoal não docente”, acrescentou Luísa Mesquita.
Outra das lacunas encontradas pela deputada foi a falta de equipas educativas para “responder às necessidades das crianças que exigem mais assistência”, lamenta.
Já no Instituto Politécnico de Bragança (IPB), contrariamente à qualidade de ensino e número de docentes doutorados, as infra-estruturas de algumas escolas do IPB deixaram de reunir condições. “A Escola Superior de Saúde, devido ao aumento do número de alunos, deixou de ter espaço suficiente”, lamentou a responsável.
Contudo, é a Escola Superior de Mirandela a que mais preocupa Luísa Mesquita. “É inimaginável que os alunos tenham aulas num armazém, numa cave e num sótão alugado à PT por mais de 5 mil euros por ano”, sublinhou a deputada.
Na óptica da responsável, o dinheiro que se gasta no aluguer de instalações, poderia ser investido na construção de novas infra-estruturas.