PCP denuncia “Cheiros nauseabundos” e trabalhadores em situação precária
Em comunicado, os comunistas dizem que a SousaCamp prima por não cumprir os mais elementares direitos laborais, sendo os trabalhadores pressionados psicologicamente a trabalhar mais horas do que o horário estabelecido. Segundo o PCP, a maior parte dos trabalhadores são romenos e vivem dentro de contentores dentro do recinto da empresa ou em casas na povoação. Em qualquer dos casos, refere o PCP, os operários vivem em condições “altamente precárias e inaceitáveis.”
Sendo assim o PCP não entende porque é que esta empresa continua a receber avultadas verbas comunitárias sem cumprir a lei portuguesa em matérias tão sensíveis como a saúde pública e os direitos dos trabalhadores.