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Comboio ecológico já circula em Miranda

Comboio ecológico já circula em Miranda
  • 14 de Julho de 2009, 09:11

A aquisição daquele novo equipamento de promoção turística resulta de um protocolo firmado entre o município mirandês e a EDP, cujo montante ronda os 200 mil euros.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro (CMMD), Manuel Rodrigo, a instalação daquele veículo trará mais dinâmica ao turismo da cidade.
“Este é o primeiro comboio turístico movido a electricidade a circular em meios urbanos no nosso País e nem poderia ser de outra forma, já que se trata de uma fonte de energia limpa”, sublinhou o autarca.
Na óptica do responsável, é importante ter a circular um veículo com estas características, já que “Miranda do Douro é uma cidade limpa e tem um centro histórico de referência nacional”.
O novo comboio está a fazer as delícias de miúdos e graúdos, já que vai a praticamente todos os locais de referência histórica e cultural da cidade, sendo que os circuitos estão a ser testados e são de carácter provisório.
Este protocolo é mais um a juntar aos que já foram assinados entre a CMMD e a EDP.
“Esta empresa está a fazer obras no concelho no valor de 2,5 milhões de euros e as intervenções são múltiplas, desde arruamentos, estradas ou oferta de máquinas industriais à autarquia,” enumerou o edil.

EDP investe milhões em obras e equipamentos de Miranda do Douro

No entanto, o destaque vai para a construção de uma Estação de Tratamento de Águas e uma novo reservatório, junto ao Barrocal do Douro. Um conjunto de equipamentos que vão servir a parte sul do concelho de Miranda do Douro no que respeita ao abastecimento de água em quantidade e qualidade.
Apesar destas “ofertas”, Manuel Rodrigo reiterou que os concelhos onde estão instalados empreendimentos hidroeléctricos deveriam ter mais “atenção” por parte da EDP.
“Poderia fazer muito mais pelas regiões onde têm infra-estruturas. No nosso concelho estão instaladas as duas barragens que mais energias produzem no Douro Internacional e trazem lucros à empresa. No entanto, os impostos são pagos em Lisboa, pelo que as contrapartidas daí resultantes são praticamente nulas”, lamenta o responsável.

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