Estranho e pesado… mas justo!
Podemos dividir este jogo em duas metades distintas, não separadas pelo intervalo, mas pela bola na trave de Eduardo, 1’ antes do golo de Tómané, a culminar uma jogada de laboratório executada na perfeição.
Primeira metade muito táctica, com ambas as equipas mais preocupadas em não falhar que em criar, com a bola a circular muito bem, com excelente disputa no miolo, bem rasgada pelas laterais e nas diagonais, em parada resposta com total intenção de baliza a procurar o erro adversário.
A bola no poste de Eduardo teve o condão de espevitar e de fazer acreditar os pupilos de Rui Vilarinho, soltando-os, enquanto que causava ansiedade nos pupilos de Fernandinho. O golo veio acentuar esta situação sem retirar o equilíbrio, mas enquanto a turma de Morais errava o último passe e dava facilidades defensivas, os macedenses não desperdiçavam
Quanto aos árbitros da A. F. Bragança, um trabalho 5 estrelas.