Armando Pacheco avança em Mogadouro
O candidato do CDS-PP apresentou uma equipa jovem, garantindo que os motivos da sua candidatura “não são sucessos pessoais ou profissionais”, mas sim uma forma de não querer “assistir, de forma passiva, ao hipotecar do futuro”, enalteceu o candidato, perante os fortes aplausos dos apoiantes. Armado Pacheco considera que concelho de Mogadouro “estagnou”, pelo que necessita de “visibilidade”.
“A hora da mudança chegou, por isso quero trabalhar por Mogadouro com dedicação, determinação e coragem”, realçou o candidato.
Armado Pacheco enunciou uma série de mudanças, que, em seu entender, poderão ser o início de uma “nova era de governação”.
Uma das propostas do CDS-PP passa por combater a desertificação do Mundo Rural, através da criação de pólos de desenvolvimento cooperativo nas aldeias do concelho. As políticas sociais não foram esquecidas, querendo “uma política social para o concelho mais justa”.
Paulo Portas criticou a política agrícola do Governo
A saúde e a educação foram temas, igualmente, abordados, dizendo Pacheco que estas matérias são sensíveis e por isso terão de ser “condignas” para o bem-estar das populações. O comércio e os produtos biológicos são outras preocupações dos centristas, já que é preciso coloca-los no mercado tornando-os uma mais valias para a agricultura local.
Na passagem por Mogadouro, Paulo Portas colocou-se do lado dos homens da lavoura. “Nos últimos quatro anos, o rendimento das empresas agrícolas caiu 31 por cento. É preciso ser muito incompetente para cometer tal proeza de, ao cabo de quatro anos, contribuir para queda de quase um terço dos rendimentos”, criticou o dirigente.