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Não se pode dar o ouro ao bandido

Não se pode dar o ouro ao bandido
  • 7 de Outubro de 2009, 10:26

O Vimioso, com uma preparação cuidada e bem estruturada desde o apito inicial, deu a entender que não estava para facilitar e o surgimento do golo inaugural à passagem da meia hora já foi um feito a realçar para o Lamas. Um plantel curto e o estádio em obras que não permitiram uma pré-época como o técnico e atletas desejariam pesaram demasiado neste confronto desigual.
O próprio resultado tem de ser factor de elogio e não de crítica para o conjunto do Lamas, quer para os atletas pela atitude, quer para o seu treinador que olhava para o banco e sempre deu as ordens que se evidenciavam como oportunas e pertinentes. Mas, do outro lado o adversário, era não só muito forte, como estava moralizado e o seu técnico queria mais e mais.
Não acontecendo a festa da taça, este jogo conseguiu ser uma festa pela forma digna e correcta como todos os atletas o disputaram. Os forasteiros tiveram frescura física e lucidez, e até podiam ter sido eles a inaugurar o marcador.
Depois foi o recuar no terreno e tentar evitar o inevitável. Os locais, em casa emprestada, é que não estiveram pelos ajustes e, mesmo já com o jogo resolvido, continuaram a disputá-lo como se procurassem o prejuízo.
Quanto aos árbitros, apesar da cumplicidade dos atletas que nunca complicaram, fizeram um trabalho de boa qualidade.

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