Região

Autarquia reforça poder na Lombada

  • 3 de Novembro de 2009, 10:23

Esta área abrange cerca de 20 mil hectares da área do Parque Natural de Montesinho, o que corresponde a quase um terço daquela área protegida.
Considerando que esta zona de caça representa um valor de ordem nacional com importância ibérica, aquela colectividade afirma que “a mera possibilidade de transferência de gestão da ZCML para as autarquias locais ou para entidades integradas por estas é preocupante, porque subverte o espírito da criação destas zonas de caça”.
Nesta perspectiva, a Montesinho Vivo defende a envolvência das populações, proprietários dos terrenos, associações e autarquias na definição da política cinegética.
A associação teme que esta medida, introduzida pela Portaria nº 979/2009, de 1 de Setembro, do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, possa aumentar o risco de não se compatibilizarem convenientemente os diferentes valores nacionais, pois considera que “a lógica puramente economicista de gestão de uma zona de caça é uma provocação numa perspectiva de conservação da natureza”.
Nesta linha, a Montesinho Vivo enaltece que a zona de caça nacional é a figura de ordenamento cinegético que melhor serve a compatibilização da conservação da natureza com a gestão dos recursos cinegéticos”.

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