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“Fogo” na Pediatria

“Fogo” na Pediatria
  • 17 de Novembro de 2009, 10:14

O aparato envolveu 18 bombeiros da corporação de Bragança, apoiados por cinco viaturas. No socorro às “vítimas” participaram, ainda, a equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), bem como os profissionais do serviço de Urgência.
O director clínico do Centro Hospitalar de Bragança (CHNE), Sampaio da Veiga, realçou que este exercício foi coordenado pelo Grupo de Risco, que tem afectos profissionais de várias áreas de intervenção. “Envolvemos os meios humanos que são necessários, de acordo com a gravidade das situações”, acrescentou o responsável.
Neste exercício estiveram evolvidos meios externos, nomeadamente os Bombeiros Voluntários de Bragança (BVB), Protecção Civil e PSP, bem como meios internos, com o apoio da VMER.
“Foi necessário chamar os bombeiros, porque o “incêndio” ocorreu no quarto piso e foi preciso a auto-escada para evacuar as vítimas, visto que houve uma obstrução dos acessos internos”, explicou Sampaio da Veiga.
O simulacro, que demorou cerca de uma hora, não perturbou o normal funcionamento do hospital, tendo chamado, apenas, à atenção de alguns curiosos que se deslocaram àquela unidade de Saúde.

Simulacro para testar a prontidão dos meios internos e externos decorreu com sucesso

Na óptica de Sampaio da Veiga, o exercício decorreu com sucesso. “Vamos tirar as conclusões para melhorar a actuação numa situação real. No entanto, este simulacro já é positivo pelo simples facto dos bombeiros ficarem a conhecer melhor o terreno no caso de termos a infelicidade de ocorrer um acidente deste género”, salientou o director clínico.
Já o segundo comandante dos BVB, Carlos Martins, afirmou que houve algumas falhas, nomeadamente a nível administrativo, que deverão ser corrigidas, mas lembra que os planos de socorro só servem se forem testados. “O que nos move é estarmos preparados para uma eventualidade como esta”, enalteceu o responsável.
Depois dos simulacros realizados em Macedo de Cavaleiros e Mirandela, Bragança foi a última unidade hospitalar a testar o Plano de Emergência Interno.

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