Esquecer Eduardo?!
Ambas as turmas se respeitaram demasiado, mais preocupadas em não errar do que em arriscar, esperando e procurando o erro adversário para conseguir a vantagem.
Como consequência de tantas cautelas e todo o equilíbrio, as situações de eminência de golo também foram poucas, apenas, duas para cada lado, com a última já na fase final da compensação e a ser decisiva. Eduardo quando tem a mais leve hipótese é matador.
Nas duas oportunidades conseguidas pelos trasmontanos, o Valenciano proporcionou a defesa da tarde a Victor Nuno, negando o golo, e a Eduardo o tento contabilístico dos 3 pontos e os índices de 50 por cento de eficácia na eficiência. No mesmo número de oportunidades dos forasteiros, estes não foram capazes de dar o melhor caminho à bola, desperdiçando os dois excelentes ensejos para marcar.
O empate traduziria muito melhor aquilo que ambas as equipas produziram no jogo, embora a sorte do jogo não deixe de ser merecida pelo Clube Atlético que a soube procurar. Por outro lado, pode, de algum modo, sentir-se ressarcido da falta de estrelinha de alguns jogos em que foi nitidamente superior e não conseguiu sair vitorioso.
Quanto aos árbitros, fizeram um trabalho de qualidade.