Um difícil Contacto
Começaram melhor os homens da casa, sabendo aproveitar muito bem as linhas de penetração que conseguiram construir. Beneficiaram da falta de pontaria dos forasteiros, a rematar ao lado, e no excesso da mesma pontaria a acertar no ferro da baliza anfitriã.
A 2 minutos do intervalo, o Macedense subscreve um período de luxo, conseguindo remeter o Contacto para uma defensiva muito atenta, mas acerta mais no poste e, apenas, uma nas malhas, reduzindo para 3-1.
Do intervalo, as equipas regressam ainda melhor, conseguindo elevar os altos níveis do futsal praticado na primeira parte, mantendo-se o equilíbrio e a eficácia da eficiência, com os anfitriões a fracturar as situações de ruptura construídas e os forasteiros a manter o acerto ao ferro, repetindo-se o filme da 1ª parte. Novamente os macedenses terminam avassaladores, chegando ao fim da partida com o prejuízo mínimo por culpa própria, deixando sérias dúvidas de poderem ter marcado. No mínimo o empate, caso tivessem iniciado a fúria final uns minutos mais cedo.
Apesar da derrota ser pesada, castigo para a atitude e futsal praticado pelos “enfants terribles” de Costinha, e o empate a traduzir melhor o equilíbrio evidenciado na análise global. A vitória local não escandaliza, porque em alta competição a capacidade concretizadora também merece ser premiada.
Quanto aos árbitros, fizeram um trabalho de qualidade.