Árbitro protagoniza jogo
As jogadas aconteceram com naturalidade e na perfeição, construindo inúmeras situações de aproximação à baliza, fazendo funcionar as diagonais na perfeição, a que faltava, apenas, a finalização para, aos 5’, ter um resultado descansado.
O golo forasteiro, que se adivinhava desde o apito inicial, acabava por aparecer aos 13’, por Vaguinho, mas funcionou como um revitalizador, passando o domínio trasmontano a ser avassalador e as situações de desperdício de golo mais que muitas, atingindo-se o intervalo com o 0-1. Este resultado era lisonjeiro para os anfitriões e muito pouco para os visitantes.
Depois do descanso, tudo foi diferente. Os locais regressaram mais atrevidos e apoiados por uma arbitragem tendenciosamente caseira, visto que as faltas, quando cometidas pelos locais, eram considerados lances normais. Os alvi-negros, para a sua defensiva, conseguem o domínio do jogo, não tão avassalador como havia sido o forasteiro, mas, mesmo assim, a serem melhores que o seu adversário e acabando por justificar o empate.
Analisando pela contabilização das situações de golo conseguidas, o empate penaliza demasiado os transmontanos. Se analisarmos pelo domínio de cada uma das equipas, o empate é o resultado justo, embora a haver um vencedor seria o conjunto de Mirandela.
Quanto aos árbitros, não podem ser ilibados do seu caseirismo, que pode muito bem ter interferido no resultado.