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Injustiça no resultado

Injustiça no resultado
  • 19 de Janeiro de 2010, 10:29

Jogo tipicamente de Inverno com o estado do terreno a propiciar boa disputa com os choques e a bola a ficar presa ou a tomar uma velocidade inusitada. Mesmo assim, as equipas adaptaram-se bem ao terreno e conseguiram praticar um futebol agradável e emotivo em perfeito equilíbrio.
Numa recuperação de bola na zona central da sua área, os forasteiros fazem uma transposição directa para as costas da defensiva local, onde se encontravam dois avançados do Marinhas. Enquanto que a defensiva do Morais acreditou na competência do árbitro que vinha a fazer um trabalho de excelência, Paulo Nóvoa fez o que manda o futebol e não parou enquanto o árbitro não apitou, fazendo o golo solitário mesmo em cima do apito para o descanso.
Do intervalo vieram duas equipas muito diferentes, um Morais a fazer tudo na procura do prejuízo e um Marinhas competitivo, frio, compenetrado e matreiro a espreitar o erro adversário.
Viram-se dois lances em que os pupilos de Lopes da Silva podiam ter operado a reviravolta, mas o keeper visitante brilhou como o herói do jogo.
O empate, dado o equilíbrio do jogo e a forma como o golo foi obtido, seria o resultado justo. Quanto ao trabalho dos árbitros, tirando o golo e algum preciosismo a mais, não se pode dizer que não tenham estado bem.

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