Móbil “One”
Foi um bom jogo de futebol, com a equipa da casa a entrar melhor e a conseguir, na primeira parte, cinco remates sem resposta da equipa de Mirandela.
Viu-se um começo aberto e a prometer golos, com o miolo do Mirandela a controlar a partida, e com Sana a prender muito os centrais.
O jogo da turma de Carlos Correia não corria bem. Os locais, com Marco Móbil e Toni, criavam perigo, até que, aos 31”, há falta clara de Breno sobe Móbil.
Um penalti que Sílvio Gouveia não marcou e o respectivo cartão.
Mais tarde, acabou por estar mal ao assinalar castigo máximo numa falta que não existiu.
O golo de Marco Móbil abriu a porta a uma boa exibição concretizada com um monumental golo da 35 metros da baliza e ao ângulo superior esquerdo de Norinho. Foi o 2-0, que dificilmente se esquecerá.
Já o Mirandela jogava com dez por expulsão de Aires, que consideramos um pouco exagerada, tendo em conta que na jogada que protestou não estava fora de jogo.
O Bragança continuou a dominar, mas, curiosamente, a grande oportunidade veio por Maktar que, isolado, fez Ximena brilhar com a defesa da tarde.
Depois chegou o 3-0 já na compensação por Fábio Pinto num remate potente com a bola a ir primeiro à parte interior do travessão.
O Mirandela saiu vergado pela derrota, revoltado com o juiz, mas só o pode fazer na jogada de penalti.
O Mirandela não jogou o suficiente para pontuar.