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Paulo Santos foi o herói do jogo

Paulo Santos foi o herói do jogo
  • 2 de Março de 2010, 11:43

Apesar da entrada autoritária e do trabalho imposto no sector recuado do adversário, os macedenses não conseguiam materializar o seu ascendente e é precisamente no período iniciado ao quarto de hora, de maior posse de bola forasteira e com melhor finalização, que fazem entrar em jogo o keeper da casa. Didácio inaugura o marcador, na sequência de um canto à defesa emérita de Paulo Cunha.
Estava “arrombado o cofre” e a bancada suspirava de alívio, pensando que o pior estava feito, mas até ao descanso e apesar das oportunidades locais, o resultado mantinha-se na diferença mínima.
No período complementar, as coisas não mudavam de figura, com os trasmontanos a esbarrar na eficiência do keeper forasteiro e os minhotos a espreitar o erro adversário, esperando que a máxima de quem não marca sofre tivesse lugar no jogo.
Mas o “cântaro” tantas vezes foi à fonte, que Paulo Cunha não conseguiu evitar que deixasse lá a asa, com Nuno Meia a ser mais forte e a fazer o golo do descanso.
Vitória da melhor equipa em campo. Quanto aos árbitros não se deu por eles, pois fizeram uma obra-prima.

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