Região

Turismo na Europa em 2009

  • 2 de Março de 2010, 16:24

CE propõe que a UE apoie a proibição do comércio de atum rabilho do Atlântico

A Comissão Europeia propôs que a União Europeia apoie a proibição do comércio internacional de atum rabilho do Atlântico a vigorar a partir do próximo ano.
A Comissão está preocupada com o facto de o excesso de pesca do atum rabilho do Atlântico, determinada em grande medida pelo comércio internacional, estar a reduzir gravemente as unidades populacionais desta espécie.
A proposta será debatida com os Estados-Membros, a fim de se estabelecer uma posição comum da UE na próxima reunião da Conferência das Partes na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), a realizar em Doha, Qatar, de 13 a 25 de Março de 2010.
Maria Damanaki, Comissária responsável pelos assuntos marítimos e as pescas, sublinhou: «O nosso objectivo é assegurar um futuro viável para os pescadores, o que exige a existência de unidades populacionais saudáveis de atum rabilho, sendo óbvio para todos que a pesca intensiva desta espécie não é o caminho a seguir. Uma parte importante da solução que hoje propomos é uma disposição especial para os navios de pesca artesanal».
Se a proibição entrar em vigor, a Comissão procurará que as empresas de pesca artesanal sejam autorizadas a abastecer o mercado da UE com capturas provenientes das águas territoriais dos Estados-Membros.

Previsões intercalares: retoma ganha fôlego mas continua frágil na UE

A economia da União Europeia tem vindo a recuperar gradualmente, mas enfrenta ainda ventos contrários. O PIB real recomeçou a crescer no terceiro trimestre de 2009, pondo fim à recessão mais longa e profunda da história da UE.
O crescimento abrandou todavia no quarto trimestre, conforme apontavam as previsões do Outono de 2009, devido à atenuação do impacto das medidas transitórias.
Segundo as últimas previsões, as perspectivas da economia europeia não se alteraram no fundamental. O PIB deverá crescer 0,7% em 2010, tanto na UE como na zona euro. As projecções para a inflação são sensivelmente idênticas, situando-a em 1,4% na UE e 1,1% na zona euro. A incerteza quanto a estas projecções continua todavia bem presente, como o ilustra a evolução recente dos mercados financeiros.
Sentimento económico mantém-se estável em Fevereiro…
No mês de Fevereiro, o indicador do sentimento económico manteve-se praticamente estável, tendo-se fixado em 97,4 pontos (+0,2) na União Europeia e em 95,9 (-0,1) na zona euro.
Após dez meses a registar melhorias ininterruptas, o crescimento deste indicador parece ter perdido fôlego, apesar de não se situar longe da sua média a longo prazo, em especial na União Europeia.

… e o indicador do clima de negócios continua a melhorar

O indicador do clima de negócios para a zona euro aumentou pelo décimo primeiro mês consecutivo. O aumento deste indicador reflecte a opinião positiva dos gestores quanto às encomendas e às expectativas de produção.
A apreciação dos gestores quanto à tendência de produção nos últimos meses foi ainda mais optimista.
Em contrapartida, o nível das existências foi considerado excessivo em relação ao nível óptimo.
Comissão decide adoptar de forma progressiva a lista europeia dos alimentos alegadamente benéficos para a saúde
A Comissão Europeia congratulou-se com a publicação do segundo conjunto de pareceres da Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar que abrange mais de 400 alimentos alegadamente benéficos para a saúde.
Dado o grande número de pedidos enviados pelos interessados, o prazo de 31 de Janeiro de 2010 previsto no Regulamento relativo às alegações nutricionais e de saúde, para que fosse adoptada a lista de alegações autorizadas, não pôde ser cumprido.
A fim de proteger os consumidores das alegações nutricionais e de saúde não fundamentadas de certos alimentos, e de modo a não atrasar mais a adopção da lista, a Comissão decidiu que iria proceder à adopção progressiva da lista das alegações autorizadas, tendo iniciado as discussões com os Estados-Membros sobre as alegações já apreciadas pela Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar.
Da mesma forma, as alegações rejeitadas passarão a ser incluídas num registo europeu de alegações proibidas.

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