Que jogão!
Deixando antever que o jogo estava decidido apenas faltando a expectativa do volume de golos da sua vitória. Mas o Morais reagiu com carácter e atitude de imediato, reorganizou-se bem defensivamente, o meio campo vestiu o fato macaco e o ataque passou a ser melhor servido, criando boas situações. Adivinhava-se o golo do empate, que surgiu perto da meia hora pelo homem do jogo, Rui que fez hat trick, e Paulo Arrábidas num livre do meio da rua colossalíssimo e a levar fogo confirmaria o melhor período dos locais atingindo-se o descanso com um tranquilo 3-1. Regresso endiabrado e moralizado dos pupilos de Lopes da Silva e o 4-1 e o 5-1 surgem nos primeiros 6”, entrando-se num período de equilíbrio com o golo a cheirar ambas as balizas, conseguindo o Maria da Fonte ser mais eficaz que o Morais reduzindo para o final 5-3. É caso para se perguntar onde tem andado este Morais tão personificado, tão concretizador e a conseguir retirar espaços a um dos mais favoritos a subir de divisão. E fica a questão se este final da primeira fase do campeonato significa que a fase final vai trazer a surpresa da grande ambição das gentes de Morais… continuar na 3ª divisão. Questão pertinente, até porque o Maria da Fonte não jogou abaixo da sua qualidade, bem pelo contrário, fez um bom jogo. O Morais é que foi superior e as dificuldades criadas pelo adversário mais realçam e temperam tão justa como importante vitória.
Quanto aos árbitros um excelente trabalho, ultrapassando bem as dificuldades do terreno mas, muito ajudados pela extrema correcção dos atletas.