Izeda aposta na certificação
“Desde Janeiro, há uma empresa particular que já tem folar certificado que fabrica todo o ano, vende para todo o País e tinha todas as condições para o certificar”, explicou o responsável.
Esta primeira “aprovação” pode ser um impulso para a certificação de mais produtores, apesar de todos os entraves.
“É um processo muito complicado, principalmente quando, além das questões financeiras, os nossos produtores de folar são sazonais, mas gostava que mais fabricantes conseguissem a certificação”, sublinhou.
Certificado ou não, a verdade é que as cerca de nove mil pessoas que passaram pelo certame de Izeda esgotaram o folar dos 12 expositores.
“O balanço final é muito positivo, pois a Feira tem crescido de ano para ano, a nível de visitantes, expositores e, mesmo, do próprio espaço”, informou Rui Simão.
Segundo o responsável, nas primeiras edições do certame tinha que ser a ADRI a contactar os expositores. Contudo, à medida que o evento se foi enraizando no calendário de feiras nacionais, passaram a ser os próprios comerciantes a querer marcar presença em Izeda.
“Temos expositores de todo o País, o que comprova a importância que este certame já tem. No início, era a organização que os convidava, agora são eles que nos contactam para virem”, recordou o responsável.