Região

Assembleia Municipal decisiva

  • 27 de Abril de 2010, 09:35

Recorde-se que a obra está concluída, mas a co-proprietária de um terreno da zona envolvente interpôs uma providência cautelar no Tribunal de Bragança para impedir o avanço das máquinas naquela parcela, que é posse de 5 pessoas.
Além disso, há outros co-proprietários que pretendem ver os seus interesses salvaguardados, caso a edilidade avance para a posse administrativa do terreno. É o caso de António Domingues, que habita numa casa construída na parcela que a CMB declarar de utilidade pública.
Por outro lado, existem versões diferentes quanto às negociações entre a autarquia e os 5 co-proprietários. O presidente da CMB, Jorge Nunes, garante que a edilidade chegou a acordo com 4 dos donos da parcela, mas fonte bem colocada assegura que é precisamente o contrário. Ou seja, a Câmara só terá obtido o aval de um dos co-proprietários, pelo que a decisão da AM pode não ser pacífica.

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