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Bragança mantém IMI em 0,6%

Bragança mantém IMI em 0,6%
  • 23 de Novembro de 2010, 10:38

Apesar dos cortes orçamentais e da previsão do aumento das despesas correntes, a autarquia deliberou manter este imposto para não agravar os encargos das famílias e empresas.
A par da manutenção da taxa sobre prédios urbanos, o mesmo imposto para os prédios urbanos avaliados também regista uma ligeira descida, passando de 0,375 para 0,365 por cento em 2011.
Recorde-se que a autarquia já tinha descido a fasquia em 2009, diminuindo a taxa de 0,7 para 0,6 por cento para os prédios urbanos não avaliados e de 0,4 para 0,375 por cento para os prédios avaliados.
Olhando para a tabela de IMI cobrado nos 12 concelhos do distrito, Alfândega da Fé e Torre de Moncorvo cobram a taxa mais elevada (0,7 por cento), seguindo-se Bragança, Carrazeda de Ansiães e Macedo de Cavaleiros, com 0,6 por cento, enquanto os restantes municípios cobram uma taxa de, apenas, 0,4 por cento.
Já a nível nacional, Bragança, Beja, Évora, Faro, Santarém e Viseu apresentam a taxa de IMI mais baixa (0,6 por cento), visto que a maioria dos municípios estipulou a taxa máxima de 0,7 por cento.
Este ano, a capital de distrito conta com menos 804 mil euros da Administração Central, mas mesmo assim optou por não aumentar a carga fiscal aos cidadãos, apesar do acréscimo nas despesas correntes ao nível Social, da Educação e Cultural.

Transferências do Estado para
o município caem cerca de
804 mil euros

No que toca a receitas, o município prevê arrecadar, este ano, cerca de 4 milhões de euros de IMI e Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT). Analisando os números apresentados pela autarquia, o valor global do IMI sobe de 2,7 milhões, em 2009, para 3,2 milhões este ano, ao passo que o IMT regista uma evolução contrária, passando de 975 mil euros, no ano passado, para 810 mil euros em 2010.
Na óptica do município, a redução do IMT resulta do abrandamento da actividade económica, ao passo que a subida das receitas oriundas do IMI estão relacionadas com o registo de 855 novos prédios.

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