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Justiceiros da Madeira

Justiceiros da Madeira
  • 23 de Novembro de 2010, 10:51

Tal como o tempo cinzento e frio, assim foi o GD Bragança. Sem vida, sem chama, a ver o Marítimo controlar o jogo como quis e a seu belo prazer. O resultado nem sequer espelha a verdade dentro das quatro linhas, pois os madeirenses poderiam ter construído um resultado fora do comum, tantas foram as oportunidades perdidas. Neste caso, Arsénio foi o mais bondoso. Só de baliza escancarada falhou por duas vezes, uma das quais fintou toda a defesa da casa, passou pelo guarda-redes e, na marca de penalti, sem ninguém, atirou ao lado. Tão escandaloso, que ninguém previa outro desfecho senão o golo.
Mais tarde, Romeu também brindou os bragançanos com mais uma perdida incrível, acabando por marcar aos 41”. Curiosamente, num belo golo, de chapéu, já quase sem qualquer possibilidade de marcar e quando todos pensavam que a bola iria sair por cima do poste. Foi um golo de bandeira a premiar o melhor jogador madeirense ou, se calhar, o que mais deu nas vistas com a bola nos pés.
A equipa da casa não teve ideias, Rui Gil tentou remar contra a maré, mas, sozinho, não o conseguia fazer. Bacari e Badara não estiveram felizes porque faltou meio campo à equipa de Carlitos. Um treinador todo ele um senhor, na hora de perder e ganhar.
O juiz limitou-se a gerir o jogo, os jogadores pediram cartões e ele não se fez esquisito. O Bragança perdeu bem e não se pode queixar de ninguém, apenas, da sua falta de imaginação e nada mais .

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