Região

Jogo para a história

  • 30 de Novembro de 2010, 12:06

O jogo manteve-se sempre vivo, mas extremamente correcto e perigoso, ainda que sem que os lances de eminência de golo fossem uma constante. No entanto, notava-se que o golo espreitava para ambos os lados. Quem oscilasse ou tivesse um desequilíbrio de génio tomaria a dianteira no marcador.
Apesar do maior caudal ofensivo visitante, foram os locais quem conseguiram a “cara do golo”, num lance da esquerda, com um preciosismo de Pikuá a isolar Diogo e este a ser mais forte que o keeper Armando.
Reage bem ao golo o Mirandela, mas o Maria da Fonte personificou-se, assumindo o jogo do erro na procura do tranquilo 2-0, regressando o jogo ao mesmo figurino e espectáculo que antecedeu o golo. Pikuá deixa-se levar pela paixão do jogo e, em 5’, vê o cartão vermelho desnecessariamente e chega o intervalo.
Na etapa complementar, a luta foi imensa. Dally e Kuca inventam espaço na pequena área povoada de defensores, rematando Kuca ao ângulo inferior direito de Rui Vieira, restabelecendo a igualdade.
O empate espicaçou ambos os conjuntos para a vitória. Rui Lopes conseguiu isso tudo, dando a vitória aos alvi-negros, com um golo só possível a génios da bola.
Vitória justa, com resultado correcto, ainda que se aceitassem muitos outros valores na contabilização final.

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