Que goleada!
Olhando para o resultado parece o que foi o “massacre dos inocentes”, com uma equipa forte e poderosa a fazer e a marcar o que “quis e lhe apeteceu”, “esmagando” um adversário nitidamente inferior e ineficaz, que pouco mais fez do ir buscar as bolas dos golos. Mas, quem assistiu ao jogo sabe que não foi bem assim.
Houve efectivamente uma grande diferença. As locais tinham um banco com delegado ao jogo, equipas técnica e médica e 6 atletas aptas para entrar no refrescamento da equipa. As forasteiras tinham um delegado e um técnico, mas era só uma pessoa no banco, que acumulava as duas funções…
Em igualdade quantitativa, já há um saldo qualitativo favorável às mirandelenses. Com esta desigualdade, as moncorvenses aguentaram o equilíbrio 5’ e depois foi ir buscar uma força e resistência, “mais do que é permitido à força humana”, exibindo uma dignidade desportiva incomum. Não se remeteram ao seu quadrado defensivo, usando e abusando do anti-jogo. Tentaram disputar de igual para igual, beneficiando o espectáculo, condimentando o jogo e valorizando a vitória das mirandelenses.
Vencedor justo… o resultado não deixa dúvidas a outra interpretação!
Quanto aos árbitros, um trabalho tranquilo com qualidade alta.
F.C.