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Cetraria não atrai transmontanos

Cetraria não atrai transmontanos
  • 4 de Fevereiro de 2011, 09:54

A caça com águias e falcões ainda reúne poucos adeptos portugueses.

Mesmo assim, a modalidade tem sido divulgada, todos os anos, em Macedo de Cavaleiros, onde se realiza a Copa Ibérica de Cetraria.

Domingos Salgado, da organização da prova, refere que tem havido um aumento do número de amantes da cetraria e da falcoaria com bandeira nacional.

“Este ano aumentou muito o número de portugueses sobretudo na cetraria e isso é muito importante porque aqui há poucos falcões” afirma.

 

Com duas modalidades distintas, a falcoaria, em que o falcão é largado, ganha altura e ataca a pomba num voo picado e depois a prova de baixo voo, sendo a águia solta do braço do tratador em voo raso atrás do faisão.

Bruno Alves, do Porto, refere que há cada vez mais falcoeiros e sobretudo jovens.

“Está a haver cada vez mais pessoas a aderir. Já há uns 20 falcões em Portugal, há uma associação que tem cerca de 50 sócios e há muita malta nova também a começar a entrar” refere.

 

Para competirem, os amantes da falcoaria e da cetraria têm de ir à vizinha Espanha.

“Uma arte solitária, sem grandes apoios”, defendem alguns, que vale pelo convívio entre os dois países.

A única prova portuguesa decorre em solo transmontano.

Escrito por CIR

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