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Sem banco é muito complicado!

Sem banco é muito complicado!
  • 16 de Fevereiro de 2011, 15:49

Quando existem já diferenças na qualidade individual e colectiva capazes de fazer a diferença entre as equipas, e se joga em casa do adversário, não se pode facilitar. Pelo contrário, tem de se apresentar na máxima força, com concentração, muito pulmão e atitude de fato-macaco vestida. O Carviçais conseguiu preencher quase todos os itens, faltou-lhe aquele que viria a ser o mais importante, a máxima força, obrigando o cinco base a fazer 40’ efectivos de jogo.
Enquanto houve força, os forasteiros conseguiram organizar-se muito bem defensivamente, e ser atrevidos no contra ataque, obrigando ao equilíbrio no jogo. Eles conseguiram mesmo aguentar “mais do que permitia a força humana”, 9’ sem sofrer golos. Depois foi a ordem natural da capacidade e diferença entre as duas equipas. Só não houve resultado mais desequilibrado por duas razões, porque o “pessoal de Carviçais” tem mesmo capacidade física fora do comum, e porque o Pica optou por dar descanso à equipa fazendo rodar os menos utilizados.
Com todas estas nuances, o jogo foi bonito de se ver atingindo momentos muito interessantes e níveis muito altos no futsal praticado, mas como em futsal não há “Davides”, o resultado ajusta-se à ordem natural do mais forte.

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