Domínio madeirense
Cedo se percebeu que os pupilos de Flávio Neves tinham a lição bem estudada e pretendiam resolver cedo a contenda. Assim, não foi de estranhar a pressão exercida sobre o adversário logo nos minutos iniciais, isto mesmo tendo em conta que o Caniçal jogava contra o vento (extremamente forte) no primeiro tempo.
Ressalve-se porém que a entrega do domínio de jogo ao adversário poderia ter um desfecho nefasto para os madeirenses, que, com maior ou menor dificuldade, lá foram conseguindo impedir que os ataques forasteiros pudessem ter um final feliz.