Bragança quer gastar menos com a frota
O presidente da CMB, Jorge Nunes, afirma que o objectivo é adquirir veículos mais económicos e abater aqueles que dão muita despesa aos cofres da autarquia.
“Adquirimos quatro smarts de dois lugares para a fiscalização, que, habitualmente, utilizam carros de quatro lugares. Não é necessário ter essa capacidade de transporte. Por outro lado, são carros que gastam muito menos. Seguir-se-á a aquisição de um veículo eléctrico”, salienta o edil.
Jorge Nunes afirma, ainda, que o objectivo é instalar todo o sistema de transportes do município a pedido, ou seja sem carros atribuídos, fazendo o mesmo serviço, percorrendo menos quilómetros e tendo menos despesa, quer em combustível, quer em manutenção.
A par da renovação da frota, a autarquia também vai investir na instalação de um sistema de controlo de veículos e máquinas via GPS. Jorge Nunes garante que esta medida também vai contribuir para reduzir os gastos, numa altura em que as autarquias têm que apertar o cinto.
Jorge Nunes não revela o montante investido com o plano de renovação da frota, mas garante que a poupança é superior ao dinheiro gasto pela autarquia
“Vamos colocar toda a nossa frota de veículos de máquinas controladas via GPS, para melhor rentabilizar percursos e para planear melhor a utilização da frota de máquinas. Trata-se de uma medida de economia, melhorando o serviço”, garante o edil.
Jorge Nunes não revela o montante investido pela Câmara na compra de novos veículos e sistemas de controlo da frota, mas garante que a poupança ultrapassa, em larga escala, o montante que vai ser dispendido pela autarquia.
“Estamos a prever poupar significativamente relativamente ao investimento que vamos fazer. A partir de um determinado período de vida os veículos dão imensa despesa, com reparações e nos consumos,”, assegura Jorge Nunes.
A frota da autarquia vai ser renovada de forma contínua e os veículos obsoletos vão ser abatidos. Nesta fase inicial, Jorge Nunes garante que a autarquia comprou quatro smarts e vai abater 17 veículos mais antigos, uma medida que vai permitir à autarquia poupar dinheiro em tempo de crise.