Azar e falta de eficácia dão derrota ao Mirandela
Depois do desaire caseiro da primeira jornada (1-2 com o Rio Ave), a deslocação a Ponte de Lima ditou nova derrota, agora por 2-0.
Foi um jogo muito equilibrado, bem jogado, em que o resultado correcto teria sido a divisão de pontos. No entanto, a eficácia dos minhotos e a falta desta nos trasmontanos, com alguma dose de azar também, ditaram a vitória anfitriã que acaba por se aceitar, já que em futebol… quem não marca, sofre.
Os locais, a quererem vingar-se do resultado anormal no reduto do Guimarães na abertura do campeonato, no domingo anterior, nunca deram espaço, mantendo os blocos muito juntos, jogando com muita cabeça e sem dar facilidades, apostando na transição directa. Defender bem era a prioridade, para depois apostar na velocidade dos seus avançados. É um facto que tiveram a sorte do jogo, com tudo a correr-lhes bem, mas a verdade é que a souberam procurar.
Os forasteiros, que já haviam pecado na eficácia no jogo anterior, voltaram a conseguir uma exibição de encher o olho, praticando um futebol vistoso com a bola a fazer a transição sectorial colada ao relvado, conseguindo boas situações de aproximação mas falharam sempre na pontaria. E quando não falhavam, brilhava o guarda-redes minhoto. Como nota de realce, tal como lhes aconteceu na primeira jornada, o mesmo atleta marcou os dois golos e também em deslize defensivo, o segundo golo foi de penálti mas na sua origem esteve um deslize da defesa. FC