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Os Fados de “Bragança” pelo mundo

Os Fados de “Bragança” pelo mundo
  • 18 de Outubro de 2011, 08:07

Jornal Nordeste (JN): Como é que sentiste a excepcional recepção do povo brigantino nas Festas da Cidade, no teu regresso aos palcos, após um retiro de seis anos do mundo artístico?
Paulo Bragança (PB): Não sei! Senti-me muito bem, mas muito estranho ao mesmo tempo. Foram dias carregados de emoções, desde que aterrei em Lisboa. Tinha montes de gente à espera no aeroporto, pessoas anónimas a pedirem-me autógrafos. Foi muito bom! Eu não estava à espera disso… Aliás, eu não estava à espera de nada. Depois, foi chegar aqui e ver a minha família, que não via há seis anos. Se bem que a minha irmã esteve uma vez comigo na Irlanda com os meus sobrinhos. Mas, de qualquer maneira, são os pais, aquela emoção toda de regressar, o palco… Vim a convite do agente Fernando Moreno e do Zé (José Cid) e que eu não esperava tão pouco. Estava na minha casa em Dublin quando recebi uma chamada, que nem atendi porque estava a fazer outra coisa, depois enviaram-me uma mensagem e eu disse “e agora?”. Eu sabia que teria de vir a Portugal em breve, no final de Setembro, para tratar de outras coisas. Nem era para estar a nível público, mas depois pensei: “porque não? Se é agora, vamos embora”. E aceitei o convite. Apreensivo, com algum receio, amedrontado, mas cheio de confiança ao mesmo tempo.

(entrevista na íntegra na edição impressa do Jornal Nordeste)

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