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Ministro não desvenda futuro dos quartéis

Ministro não desvenda futuro dos quartéis
  • 27 de Outubro de 2011, 08:53

“A reprogramação militar será anunciada a seu devido tempo. Se esses quartéis vão fechar? Não comento”, disse, de fugida, Aguiar Branco, no final da cerimónia de comemoração do Dia do Exército.
Uma cerimónia que teve direito a casa cheia na Avenida Sá Carneiro, em Bragança, com o povo a comparecer em peso e a aplaudir os seus militares que, pela voz do Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, o general Pinto Carvalho, pediram mais atenção do Governo para as tropas, sobretudo aquelas que estão em missões no estrangeiro, ao serviço da NATO.
Depois de três dias de exposições de meios, a parada militar foi o ponto alto das cerimónias, que trouxeram a Bragança milhares de pessoas.
Quem mais aderiu às festividades do Dia do Exército foi o povo, que inundou ruas e varandas para ver passar o desfile, que este ano se ficou pela marcha a pé dos militares, sem direito a acompanhamento por parte da maquinaria pesada. “Correu muito bem, era muito bonito”, dizia Virgínia Pinto, que admitia que “sai-nos do bolso a todos”. Mas Carminda Afonso diz que “trouxe gente e movimento à cidade e sempre deixou cá algum dinheiro”. Quando a Luís Morais, serviu “para divulgar o que temos e há outras restrições que podem ser feitas”. Já António Faria lembra que foi apenas “a repetição do exercício que fazem habitualmente nos quartéis”.

António Gonçalves Rodrigues

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