Escolas cortam no aquecimento
João Dias da Silva mostrou-se preocupado com os cortes que o Ministério se prepara para fazer na edução. O responsável lembra que a poupança na energia eléctrica é uma consequência da redução no financiamento às escolas.
“Os equipamentos despendem muita energia eléctrica e então a opção foi até agora não ligar os aparelhos de aquecimento. Essa é uma realidade que eu sei que existe, neste momento, no distrito de Bragança”, realça o secretário-geral da FNE.
O aumento da taxa de IVA da electricidade de seis para 23 por cento vai inflacionar a factura das escolas e constituir um peso excessivo no seu orçamento, podendo comprometer as condições de ensino oferecidas aos alunos.
“O Ministério de Educação não pode deixar de responder à obrigação de dotar as escolas do financiamento que lhes permita trabalhar com qualidade com os seus alunos”, defende o responsável.