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Aquela máquina trasmontana

Aquela máquina trasmontana
  • 9 de Novembro de 2011, 08:25

Num jogo tacticamente muito bem disputado, com os anfitriões a conseguir anular bem a forte transição apoiada forasteira, retirando espaço e linhas de penetração com os blocos muito juntos e recuados e forçando uma toada mais pausada, que anulava as entradas em velocidade pelas alas em que os trasmontanos são muito fortes, os mirandelenses não perdoaram e quase brindavam a Oliveirense com uma mão-cheia de golos. Afinal, ficou nos 4-1.
A entrega oliveirense e a estrelinha ao quarto de hora, num livre de canto, dão a vantagem aos locais. Um golo em que a defensiva mirandelense facilitou não atacando a bola como costuma e Zézé aproveita para rematar, acabando a bola na sua trajectória por trair o guarda-redes ao bater num defensor.
Até ao descanso, e apesar da pressão e várias ocasiões construídas pelos forasteiros, o resultado não sofreria alterações.
Como tem vindo a ser uma constante, os trasmontanos interpretaram uma etapa complementar de luxo, fizeram entrar os criativos Ruis, Borges e Lopes, e Paulo Roberto e Kuca fizeram o resto.
Nada a dizer quanto ao resultado e à justiça dos vencedores.

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