Bragança invicto fora
A equipa começou bem e marcou por intermédio do reforço Miguel Lemos um grande golo. Depois de um trabalho no miolo, remate a entrada da área. O Vianense viu-se a jogar com 10 unidades, mas a jogar em casa teve forças para empatar o jogo num lance de sorte. Pedrinha embrulhou-se com a bola, que ressaltou para Bertinho fazer o empate. Com o relógio a marcar 43’ de jogo, já não houve tempo para a reacção do Bragança.
Na segunda metade, tirando um remate ao poste dos minhotos o jogo foi controlado pelos visitantes que poderiam ter somado os três pontos, mas foi tudo uma questão de sorte, pois o Vianense por duas vezes criou algum suspense na área bragançana.
No final esta equipa provou que jogar fora de casa sente-se como peixe na água e assim continua invicta.
Mesmo antes do final da partida, o GD Bragança poderia ter feito mais algum golo, mas também poderia ter mais cuidado em ter a bola e não entregá-la de mão beijada a uma turma com 10 elementos, mas a atravessar um grandes momento de forma.
È isto que torna um jogo de futebol interessante e muito entusiasta. Mas em Viana fizeram-se ouvir muitas queixas contra a equipa de arbitragem o mesmo fez o Bragança frente ao Santa Maria e não deixou de perder na verdade, este pode mesmo ser um sinal de insegurança de um líder que vê que 4 pontos à frente do Bragança são muito poucos, perante o futebol canarinho fora de casa, que aposta no contra ataque, revelando-se, aí, uma equipa forte.
Mas na série do Bragança 11 equipas são do Minho e uma de Trás-os-Montes e isso hoje ainda tem algum peso, apesar da boa arbitragem do João Pinheiro de Braga tem que haver outros critérios na abordagem às equipas da frente, ou seja, equipas da AF Guarda, Viseu, Porto e Aveiro por exemplo. O futebol português dá no cravo, outra na ferradura.