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Freguesias a régua e esquadro

Freguesias a régua e esquadro
  • 19 de Janeiro de 2012, 09:48

A novidade foi deixada em Bragança por Carlos Abreu Amorim, deputado do PSD que participa no processo, num encontro promovido pelos Trabalhadores Social-Democratas do distrito de Bragança.
O factor de distância em relação à sede de concelho deverá ser reduzido, bem como o número mínimo de habitantes.
No mesmo encontro, Carlos Abreu Amorim revelou que há o objectivo de atribuir diferentes competências às freguesias mediante o local do país em que estejam localizadas.
“Vamos tentar acabar com a ideia de que todas as freguesias devem ter todas as atribuições e competências, estejam elas no centro de Lisboa e do Porto ou na Serra da Estrela. Queremos acabar com essa uniformidade que é uma falsa igualdade, porque o que vemos é que a relação de identidade que existe num meio urbano e rural com as freguesias é completamente diferente”.
O deputado do PSD admite que o processo de revisão territorial poderá causar muitos problemas, até porque as pessoas continuam muito apegadas à sua terra, mas considera fundamental a reorganização do território.
No mesmo dia da conferência, os TSD organizaram uma visita a duas cutelarias e a uma tanoaria de Palaçoulo, concelho de Miranda do Douro. “É importante promover empresas que, não obstante a sua interioridade geográfica, proporcionam pleno emprego à freguesia, incrementam-no em freguesias vizinhas e suscitam uma agregação económica vantajosa para o concelho e à região”, explicou o líder distrital dos TSD, João Paulo Castanho.

António Gonçalves Rodrigues

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