Região

“Município sem rumo”

  • 3 de Fevereiro de 2012, 09:44

Uma reivindicação que surge numa altura em que se assiste a uma perda de serviços na região e, particularmente no concelho, com o encerramento das salas de cinema e do cybercentro.
José Castro, membro do PCP, considera que, sem estas estratégias, Bragança é um município sem rumo. “Em primeiro lugar é assumir que o concelho está em perda em desenvolvimento e, em segundo lugar, é preciso ter linhas de desenvolvimento para ultrapassar essa situação”, defendeu, acrescentando que “um município que não tenha uma linha orientadora em termos de desenvolvimento sustentado é um município sem rumo”.
Mas o PCP de Bragança aponta algumas das estratégias que deveriam ser contempladas “e que apontam no sentido da valorização das competências locais, ao nível do conhecimento, da investigação, da cultura, do turismo, comércio, agricultura e serviços, que têm sido desperdiçados.”
Em conferência de imprensa, o PCP responsabilizou a autarquia pela degradação económica e social do concelho. “Do nosso ponto de vista, o município tem sido um forte agente nesta degradação, pela privatização de serviços municipais”, sublinha, uma vez que esses serviços passam a ser prestados “por empresas de fora com trabalhadores que não se fixam aqui”.

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