Região

Empréstimo polémico em Miranda

  • 15 de Novembro de 2012, 09:42

“Quem escolhe a data para a contracção de um empréstimo a curto prazo é o órgão político (Câmara) e, por isso, rebatemos que foi uma decisão política errada. Como tal, o Tribunal de Contas (TC) que verificou o endividamento líquido advertiu a Assembleia e o executivo camarário”, justificou António Carção.
Segundo o líder da bancada do PSD na Assembleia, todos os elementos ali representados já foram “convidados” a pagar uma quantia “que, no mínimo, é de 1.500 euros”.
“Pelos vistos, ainda ninguém pagou. No entanto, todos os elementos eleitos para a Assembleia não ficarão totalmente livres de qualquer sanção, já que, num futuro, em casos semelhantes, poderão ser reincidentes”, alegou.
Por seu lado, o presidente da Câmara de Miranda do Douro (PS) considerou, no decurso de uma das suas intervenções, que a Assembleia Extraordinária, que decorreu na passada quinta-feira, convocada pela bancada do PSD, não passou de um “julgamento político, estapafúrdio e fora de tempo”.
Apesar das várias tentativas da Lusa para obter declarações de Artur Nunes, o autarca recusou fazê-lo.
Já o líder da bancada socialista naquele órgão autárquico, Alberto Raposo, acrescentou que esta reunião extraordinária convocada pelo PSD era “desnecessária” e que os membros do PSD deram “um tiro no pé”, já que “andam aflitos e têm de arranjar argumentos para falarem à população”.

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