Região

APADI sem condições para manter autista

  • 17 de Dezembro de 2012, 11:23

A instituição acolhe um utente que sofre de autismo, que está fechado num quarto, de onde sai apenas para tomar banho, porque é agressivo.
A responsável da APADI, Celina Mesquita, garante que o utente “tem o apoio necessário”, mas alega que a instituição não tem condições para o manter e pede ajuda às entidades competentes.
“É um autista gatista, que é o caso mais grave de autismo que há. Este é um problema saúde de mental e nós não temos condições, porque achamos que ele tem direito a outro tipo de tratamento”, explicou.

Aguardar vaga
O director da Segurança Social de Bragança, Martinho Nascimento, garante que o objectivo é “encontrar uma solução definitiva para este caso”. “Não conseguimos encontrar uma vaga numa instituição adequada para a natureza da deficiência deste utente”, explicou.
Martinho Nascimento acrescenta que “é uma questão que está formalizada em várias instituições, inclusive em Fátima, onde há uma instituição específica para estes casos”. Até conseguir vaga, o utente fica na APADI.

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