Região

Número de furtos dispara

  • 25 de Janeiro de 2013, 09:37

Em 2011, o comando distrital da PSP registou 259 ocorrências, número que aumentou para 446 em 2012.
Apesar da base de dados da PSP não permitir saber quais os sectores de actividade onde se nota mais este tipo de crime, o comandante distrital, Amândio Correia, sublinha que os furtos a “estabelecimentos de restauração e bebidas são os mais frequentes, sobretudo quando se encontram fechados”.
Nos estabelecimentos de “roupa, mercearias e hipermercados, os furtos ocorrem essencialmente quando se encontram abertos ao público, procurando aproveitar momentos de distração”, explicou.
Em 2011, 259 crimes de furto representaram cerca de 22% da totalidade, enquanto que, em 2012, 446 crimes equivalem a cerca de 37%.
Na área do Comando Distrital de Bragança (cidades de Bragança e Mirandela), “a criminalidade geral cresceu na ordem dos 2% (dois por cento que corresponde a mais 27 participações criminais), e a violenta e grave desceu em cerca de 16% (corresponde a menos 6 casos) comparativamente ao ano de 2011”.
Ainda de acordo com os dados daquela força de segurança, “na criminalidade geral, em 2011 registaram-se 1183 ocorrências, ao passo que, em 2012, a PSP registou 1210.
Na criminalidade violenta e grave (apenas cerca de 2,6% da totalidade), o número de casos baixou de 38 ocorrências para 32.

Tentativa fracassada

Duas funcionárias da loja da Benetton, em Bragança, queixam-se de ter sido insultadas e agredidas, na sequência de um furto no interior do estabelecimento, situado na zona pedonal da Rua Alexandre Herculano.
Ângela Pires, uma das funcionárias, conta que “a senhora foi experimentar duas peças de roupa, e desceu só com uma”. Acharam a atitude da mulher estranha e foram de imediato aos vestiários para verificar se a outra peça se encontrava lá. Mas o que viram foi apenas um alarme debaixo do tapete, que teria sido arrancado de uma das peças.
As funcionárias correram atrás da suspeita, “uma cidadã de nacionalidade brasileira”, e pediram que as acompanhasse à loja, a fim de verificarem se tinha na carteira a peça de roupa roubada. A mulher não só “recusou” o pedido das empregadas de balcão, como, alegadamente, terá começado a insultá-las e a agredi-las. Foi nessa altura que chamaram a PSP e lhe tiraram a peça de roupa furtada.
A polícia foi ao local e identificou a alegada autora do furto e das agressões.

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