Mãe d’Água: tradição e orgulho
Mais de 30 anos depois da sua fundação, o Mãe d’Água é, hoje em dia, um clube com todos os escalões de futebol e que, apesar das dificuldades, muitos desses escalões lutam por lugares cimeiros nos respectivos campeonatos. Estando apenas focado no futebol, o clube, em tempos, teve também outras modalidades que, com os custos acrescidos e os problemas administrativos, foram obrigadas a cessar. A falta de apoios e a falta de reconhecimento da comunidade brigantina em geral são as principais queixas de um clube que faz das dificuldades uma motivação extra. Apesar dos obstáculos, como o terreno onde treinam, clubes com melhores condições, pagamentos a árbitros, até em benjamins, por exemplo, é impressionante como existe um desdobramento de logística e uma coordenação a nível técnico que possibilita um nível de treino bastante bom para todos os escalões.
O projecto da equipa sénior é algo recente. Os resultados, a nível desportivo não são os melhores, estando em último lugar, mas Toni, vice-capitão da equipa sénior, explica o porquê. “É um projecto recente e há atletas que não jogavam há cinco anos, temos que nos servir dos juniores e é complicado”. Os seniores tiveram de pagar a sua inscrição, assim como dividir os custos dos jogos, reduzindo o número de jogadores. Apesar disso, a equipa continua a treinar com o que pode, a jogar da melhor forma possível e conta agora com um reforço, Rui Santos. O técnico dos seniores pagou a sua inscrição para ajudar a formação a ter mais soluções.