Brigantia Ecopark procura investidores
A primeira acção foi levada a cabo na sede do grupo Faurecia, em França. O presidente da Câmara Municipal de Bragança (CMB), Jorge Nunes, explica que foi escolhida esta empresa, que produz componentes para automóveis, pelo facto de estar instalada na capital de distrito e pela aposta que faz em investigação.
“A Faurecia tem um orçamento de cerca de 960 milhões de euros para investigação e desenvolvimento, com 5 mil engenheiros em 40 centros de investigação”, constata o edil.
Jorge Nunes garante que a estratégia para captar investimento para este novo espaço é realçar os aspectos positivos, que podem ser oferecidos pela cidade de Bragança.
“O que nós fomos fazer foi apresentar o Parque Ciência e Tecnologia, nomeadamente as vantagens competitivas deste projecto face a outros territórios, e através de uma via positiva e concreta poder contribuir para que as empresas invistam no Brigantia Ecopark”, salienta o autarca.
Dificuldades
Mesmo assim, o edil reconhece que não é fácil convencer as empresas a instalarem núcleos de investigação no interior do País.
“Será necessário promover várias reuniões, fazer muitas apresentações para conseguir captar a atenção, particularmente numa área que é muito exigente”, reconhece o presidente da CMB.
Por isso, os parceiros do Brigantia Ecopark vão desenvolver mais acções de promoção do projecto. Ontem decorreu mais uma reunião com uma grande empresa, desta vez com a EDP.