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“Eleição dos directores de Escolas é um processo demasiado longo”

“Eleição dos directores de Escolas é um processo demasiado longo”
  • 17 de Dezembro de 2014, 10:18

Quem o afirma é José Monteiro, que tomou posse no início do mês como dirigente do agrupamento de Escolas de Alfândega da Fé, no culminar de um processo que se iniciou em Agosto. Para o professor de informática esta situação foi “o maior constrangimento, neste ano lectivo”. “Estamos a falar da liderança do agrupamento e isto, como é óbvio, cria constrangimentos a nível do processo normal de liderança, não no decorrer normal das actividades lectivas. É algo de constrangedor, durante o decorrer normal das aulas, estarmos com um processo destes e numa altura destas do ano lectivo”, considera o responsável.O director do agrupamento afirma compreender a falta de motivação dos jovens face às reduzidas expectativas no interior. Preocupado com os resultados no ensino secundário, aponta a motivação dos alunos como uma das prioridades nos próximos 4 anos. “Tudo nos empurra para eles. Está a ver uma equipa que joga bem e não ganha os jogos? O trabalho que conseguimos fazer no agrupamento e o acompanhamento aos nossos alunos é excelente, da parte dos docentes, dos não docentes, está tudo a correr bem, mas quando chega a hora de marcar o golo, chutamos para fora. Estou apostado em conseguir motivar os alunos para o sucesso”, garante José Monteiro.

O atraso na colocação de professores é também motivo de preocupação, numa escola onde ainda falta o docente de Religião e Moral. A diminuição do número de alunos, num agrupamento com apenas 450 estudantes, e a falta de dinheiro para actividades extracurriculares são outros dos temas abordados no Cinco Perguntas desta semana. Uma entrevista que pode ouvir na íntegra, esta quarta-feira depois das 5 da tarde, aqui na Rádio Brigantia, e ler na edição desta semana do Jornal Nordeste.

Escrito por Brigantia

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