Escola sede de Torre de Moncorvo precisa de obras
Alberto Areosa afirma que os principais problemas desta escola com 32 anos se prendem com a cobertura e a caixilharia, que se traduzem numa grande perda de energia. “A escola sede tem 32 anos e nunca teve uma intervenção de fundo, necessita obrigatoriamente de intervenções importantes, nomeadamente a nível de caixilharias, temos uma perda em termos energéticos muito grande. Na nossa região, para termos as salas aquecidas é uma despesa incrível”, salienta Alberto Areosa.
A escola esteve na lista das intervenções da Parque Escolar, mas o processo foi interrompido. O director do agrupamento acredita, no entanto, que as obras podem vir a avançar em breve, visto que foram recentemente contactados pelo ministério da educação para fazer um levantamento das situações mais preocupantes.
Apesar de o agrupamento fazer um esforço para ter uma boa oferta educativa, Alberto Areosa lamenta que o reduzido número de alunos não permita alargar o leque de oferta.
“Procuramos diversificar a oferta para abrangermos o maior número de alunos. Claro que a redução de alunos cria alguns constrangimentos, porque os números definidos pela tutela criam, em qualquer escola no interior, a impossibilidade de darmos a oferta muito alargada. Tivemos a área económico-social e deixamos de ter alunos a escolher essa opção e só temos as áreas de ciências e tecnologias e humanidades”, adianta o docente
Num agrupamento com cerca de 750 alunos, divididos por vários edifícios, a falta de assistentes operacionais revela-se também um constrangimento. O impacto dos cortes orçamentais é outro dos temas abordados na entrevista que pode ouvir na íntegra, esta quarta-feira, a partir das 17 horas na Brigantia, e ler na edição desta semana do Jornal Nordeste. Escrito por Brigantia.