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Alheira para doentes hemodialisados apresentada em Mirandela

Alheira para doentes hemodialisados apresentada em Mirandela
  • 14 de Janeiro de 2015, 10:21

Olívia Pinho, responsável pelo estudo do projecto, esclarece que “o principal cuidado é ter só aves” e que “em relação à alheira tradicional esta leva azeite e ervas aromáticas, para tentar reduzir o sal ao passo que a outra tem banha e alguma carne de porco”. A Vice-Directora da FCNAUP considera que esta receita se aproxima da alheira original. A ideia de desenvolver a alheira adaptada partiu de José Nunes Azevedo. O administrador da TECSAM, empresa de hemodiálise, considerou que esta poderia ser uma boa forma de ultrapassar o problema de desnutrição proteica que os doentes hemodialisados muitas vezes enfrentam. “Aos doentes que têm resistência à ingestão de carne e peixe, e são muitos, sempre que lhes fazia a pergunta: e uma alheira, come? A resposta era 100 por cento positiva e daí surgiu esta ideia”, conta o responsável pela empresa. A alheira adaptada pode vir a ser produzida e comercializada por empresas de Mirandela. Sónia Carvalho, da empresa Alheiras Angelina, é uma das interessadas em conseguir o rótulo deste produto. “Aos doentes que têm resistência à ingestão de carne e peixe, e são muitos, sempre que lhes fazia a pergunta: e uma alheira, come? A resposta era 100 por cento positiva e daí surgiu esta ideia”, referiu. Estão também a ser desenvolvidos menus adequados a doentes renais, que vão estar disponíveis em alguns restaurantes da cidade do Tua. O Objectivo é também compilar essas receitas em livro. Escrito por Brigantia.

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