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Valorização dos produtos regionais transmontanos “deve ir além do mercado da saudade”

Valorização dos produtos regionais transmontanos “deve ir além do mercado da saudade”
  • 1 de Julho de 2015, 09:57

“Não nos podemos limitar ao mercado da saudade. Temos, hoje em dia, produtos no sector agro-alimentar muito bem trabalhados, agora temos de saber vendê-los, adaptá-los ao consumidor de um país e não estarmos fechados na nossa comunidade”, considera.
O responsável considera que o “mercado da saudade” não é o melhor embaixador dos produtos portugueses. “Muitas vezes, o mercado da saudade não é o melhor embaixador dos nossos produtos. Quando as pessoas saem do nosso país, levam na mala aquilo que consumiam em Portugal, que muitas vezes pára no tempo. O país evoluiu, avançou e hoje nós temos produtos que podem concorrer com outros produtos muito fortes no mercado europeu”, frisa. Alexandre Beray defende ainda que os produtos devem ser promovidos como um todo, representando a imagem de Portugal e não de cada região, dando como exemplo o que acontece com o azeite italiano. “Temos que agir em grupo porque o consumidor europeu é muito fiel à marca e é quase um trabalho de evangelização, porta a porta, a dar-lhe a provar os produtos, como é o caso do azeite, que ainda não consolidou uma marca, como já fez Itália, por exemplo”, acrescenta. Alexandre Beray, da Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa a defender a aposta na promoção dos produtos regionais no mercado europeu, indo para além do “mercado da saudade”. Escrito por Brigantia.

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