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António Tiza considera que há uma”apropriação” das tradições de Inverno

António Tiza considera que há uma”apropriação” das tradições de Inverno
  • 21 de Outubro de 2015, 09:28

António Tiza considera que estes rituais devem ser promovidos no seu espaço original. “Há uma apropriação e um aproveitamento de alguém que está a levar as mascaradas do seu espaço natural, para um espaço exterior. A Academia colabora em desfiles em Zamora, Bragança, Mogadouro ou Vinhais, mas não acontecem fora do seu espaço, e não temos colaboração com essa actividade em Lisboa”, considera. O investigador afirma mesmo que quem vê este e outros desfiles que acontecem fora da localidade de onde são característicos não conhece verdadeiramente a tradição que representam. “Esses eventos estão a ter algum êxito, mas a promoção devia ser feita no sentido de trazer cá os visitantes. Porque quem vê em Lisboa fica com uma pálida ideia do que é uma festa dos rapazes em Ousilhão ou noutra localidade”, acrescenta o investigador. Este é um dos temas abordados por António Tiza numa entrevista à Rádio Brigantia e ao jornal Nordeste. O investigador fala ainda do trabalho que tem vindo a ser feito para recuperar as tradições de Inverno tradições e do livro “A Cor das Faias”, de Epigménio Rodriguez, natural de León, Espanha, traduzido por António Tiza. Escrito por Brigantia.

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