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Parte da casa do Abade de Baçal corre risco de ruir

Parte da casa do Abade de Baçal corre risco de ruir
  • 17 de Novembro de 2015, 10:46

Uma situação que entristece a família e, particularmente, a proprietária da parte da casa que está recuperada. Leonor Pinelo Doutel considera que o Município de Bragança deveria intervir e evitar que parte do imóvel se transforme em ruínas. “O poder local poderia assegurar a estrutura da casa em termos de cobertura e paredes”, frisa a descendente do Abade de Baçal. Confrontado com esta situação, o presidente do Município de Bragança., não quis pronunciar-se sobre o assunto. A outra parte da casa, que foi herdada por uma filha adoptiva de uma sobrinha do Abade, foi comprada em 2008 por um empresário brigantino da área da transformação de mármores e granitos. António Leitão chegou a ter um projecto para transformação dessa parte da casa num Hotel Rural com 20 quartos. No entanto, o elevado investimento, orçado em cerca de um milhão de euros, fez com que o empresário não avançasse com a obra. “Estou á espera de melhores dias, mas não está fácil. Não me quis aventurar porque não é só com fundos comunitários que se faz este tipo de investimento, também é necessário investir com capitais próprios”, confessa António Leitão. Para já, a parte da casa recuperada mantém-se no domínio privado e a outra parte está á espera de investidores que queiram reabilitá-la, estando à venda por cerca de 140 mil euros. O estado da casa que foi outrora do Abade de Baçal é o tema de uma reportagem que pode ler na edição desta semana do Jornal Nordeste, já nas bancas. Escrito por Brigantia.

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