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Vespa da galha do castanheiro detectada em Vinhas

Vespa da galha do castanheiro detectada em Vinhas
  • 10 de Maio de 2016, 12:56

“Queremos evitar a todo o custo que a praga se propague em Trás-os-Montes. Por favor, vão às plantações que fizeram no último inverno, façam uma vistoria, castanheiro a castanheiro, e vejam se têm galhas. Se tiverem, tirem-nas e queimei-nas. Não precisam de arrancar o castanheiro”, aconselha o responsável.
Neste momento, esta praga não é uma preocupação na região transmontana, onde há registo apenas de focos controlados.
A principal razão dos casos pontuais detectados no ano passado em Trás-os-Montes foi a compra de plantas sem passaporte, oriundas de países como Espanha e França, onde a praga está mais avançada. E estes casos podem replicar-se este ano.
“Infelizmente, e apesar dos nossos pedidos para que não comprem plantas em qualquer sítio e para que comprem somente as certificadas e com passaporte, esta situação pode voltar a acontecer. Apelamos também a que não se comprem plantas em regiões onde haja vespa, porque podem trazer as plantas infectadas.
Mesmo assim, houve quem, ao arrepio de todas estas informações, comprasse estas plantas. Por isso é que no ano passado foi o que se viu, e este ano a está a começar a repetir-se. A perigosidade desta praga é que, de uma hora para a outra, podemos ver a produção de castanha em Trás-os-Montes reduzida entre 80 a 90 por cento”, frisa.
Para já, há conhecimento da detecção de galhas infectadas no concelho de Vinhais.
Em Trás-os-Montes há 25 mil hectares de soutos, que produzem, anualmente, cerca de 30 mil toneladas de castanha. Para os produtores, representa entre 30 a 45 milhões de euros. escrito por Onda Livre (CIR)

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