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Trás-os-Montes mostrou-se na Assembleia da República

Trás-os-Montes mostrou-se na Assembleia da República
  • 2 de Junho de 2016, 18:35

Organizada pelos deputados do distrito, em parceria com a Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes, Comunidade Intermunicipal do Douro, e aos grupos de acção local, e onde a comunicação regional também esteve representada, esta Mostra surge como uma tentativa de angariar mais visitantes para o nordeste do país, conforme explica Júlia Rodrigues, deputada do distrito de Bragança pelo PS.
“Esta mostra surgiu da ideia de termos na Assembleia produtos regionais e, por outro lado, uma vertente cultural, quer com jornais e revistas da imprensa local, artesanato e tradição oral. Temos aqui deputados de todos os grupos parlamentares, para dar a conhecer os nossos produtos, e incentivar a visita o distrito de Bragança. Pelas paisagens também, e pelo nosso bom receber”, explica a deputada,
A região não é “um encargo” para o país, mas sim “uma oportunidade”, afirma do presidente da CIM Terras de Trás-os-Montes, Américo Pereira, até porque tem todo o potencial.
“É bom percebermos que os territórios de montanha e de baixa densidade não são um encargo para o país; são antes uma oportunidade. Aliás, o primeiro sector económico que deu sinais de progressão foi, justamente, a agricultura. E, dentro do sector primário, foram os produtos de montanha a dar mais sinais de vitalidade. E é o que se faz nas nossas regiões, que tem alta qualidade e que são muito procurados. São produtos que não têm concorrência”, defende o também presidente da câmara de Vinhais.
O presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, marcou presença no evento.
“Esta mostra é muito importante, porque aqui estão deputados de todos os partidos e de todas as regiões. E, portanto, cada um deles pode ser um embaixador da região transmontana e do que tem de melhor, que são as pessoas e a gastronomia”, referiu.
Ainda esta quarta-feira, os representantes de vários órgãos de comunicação do distrito de Bragança foram ouvidos pela Comissão da Cultura e Comunicação Social, presidida por Edite Estrela, onde expressaram as dificuldades pelas quais passa actualmente o sector. Foi ainda entregue um caderno de reivindicações. Escrito por Onda Livre (CIR).

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